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Sobre Cactos Arquitetos — Emanuel Souto e Natália Lourenço | Arquitetura Paraíba
Quem somos

Arquitetura que serve a vida real.

Não começamos pelos metros quadrados. Começamos pela família que vai morar dentro.

Emanuel Souto Silva e Natália Lourenço, fundadores da Cactos Arquitetos em Campina Grande, Paraíba

Emanuel Souto e Natália Lourenço — Campina Grande, PB

A origem

De uma inquietação a um escritório que faz sentido.

01
A arquitetura que incomodava

Emanuel passou os primeiros anos fazendo o que a faculdade ensinou. Projetos modernos, fachadas impecáveis. Funcionava. Mas havia algo vazio. As casas saíam iguais — nada que respondesse ao lugar, ao clima, às pessoas que iam morar dentro.

02
O encontro que mudou tudo

Natália estava sentada atrás dele num evento em Brasília. Tiraram uma foto juntos. O que veio depois foi Fortaleza, namoro, noivado, casamento, quatro filhos — e a decisão de abrir um escritório juntos com propósito real.

03
A virada que não teve data

Não foi uma virada brusca. Foi uma acumulação lenta de percepções: que casa boa é casa que serve à vida que acontece dentro dela. Que arquitetura feita com atenção real ao lugar é diferente de arquitetura feita pra feed.

O que a gente acredita

Casa boa é casa que serve à vida que acontece dentro dela.

O nordeste tem materiais próprios que envelhecem bonito. Casa que respeita o sol e o vento custa menos pra viver. Cliente não compra metragem — compra a vida que aquela casa vai abraçar.

Por isso a gente começa onde a maioria dos arquitetos termina: entendendo o coração da família que vai morar na casa.

Como isso aparece no projeto
Materiais vernaculares Pedra Miracema, taipa, madeira FSC. Materiais que vêm do nordeste e voltam pra ele.
Projeto bioclimático 50% menos energia que uma casa convencional. Conforto que nasce do partido, não do ar-condicionado.
EVF antes da obra Estimativa de valor fornecida antes de começar a construir. Orçamento sem surpresa.
Acessibilidade integrada Não como adaptação. Como inteligência de projeto desde o primeiro traço.
Mandacaru florido em semiárido — símbolo de força e resiliência da Cactos Arquitetos especialista em arquitetura nordestina
A origem do nome
Cacto que floresce no semiárido — onde parece impossível florescer.

É essa força que a gente traz pra cada projeto. A capacidade de criar algo vivo, enraizado e bonito mesmo onde o terreno é difícil, o orçamento é real e as demandas da família são complexas.

O mandacaru não imita outras plantas. Ele é exatamente o que o lugar pede que ele seja. É assim que o Cactos trabalha.

O casal-arquiteto

Dois arquitetos em cada projeto. Do início ao fim.

Emanuel Souto
Cofundador | Arquiteto

Entrou em arquitetura numa escolha entre programação e projeto. Passou anos incomodado com casas que saíam iguais — bonitas, mas vazias de lugar. Foi nessa inquietação que encontrou a arquitetura vernacular nordestina: materiais reais, clima respeitado, identidade que não se imita.

Especialidade

Partido bioclimático, eficiência energética, materiais vernaculares e relação com o terreno.

Natália Lourenço
Cofundadora | Arquiteta

Chegou à acessibilidade antes do Cactos existir. No primeiro escritório do casal, projetava para pessoas com deficiência e autistas — trabalho com sentido real. Esse olhar não saiu quando o Cactos nasceu. Virou parte do DNA: toda casa do Cactos pensa nas pessoas de dentro, todas elas.

Especialidade

Acessibilidade integrada desde o projeto — não como adaptação, como inteligência.

11+ anos de escritório
8–10 projetos por ano,
por escolha
2 arquitetos em
cada projeto
4 filhos — e contando
os projetos

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